Postagens

crônica da mandíbula

Minha mandíbula dói, mais do lado direito que esquerdo, mas dói. Dói como nunca, dói muito mais que tudo. Já tomei todos os remédios, alopatia e homeopatia. Tive que registrar porque é uma dor que aflige, sabe? Não, não deve saber. Pior que não dói só na hora de comer - pois deveria, pra eu ver se fecho mais a boca porque tô bem das gordinhas mesmo - mas dói a todo momento e em alguns, muito mais. É uma dor aguda, fica dando pontadas. Quando desata a doer intensamente, quase deito no chão e me dobro, me desdobro. Ai dor chata, eu me entrego. Precisamente porque preciso me entregar e essa dor tá me consumindo, mais do que minha época de extrema vaca magra - mas sem mudar de assunto, que é o famoso vômito de palavras. Não sei de tensão nenhuma que poderia me afligir durante meu sono, não quero mais apertar os dentes de noite, nanana. Quero ter todinhos, até chegar na velhice extrema e sorrir com vários dos originais, toda 32 dentes de sorriso. Mas pra isso essa aflição/tensão/apertação/...

when you surviver

I say the right things but act the wrong way. I like it right here but I cannot stay. I watch the TV; forget what I'm told, well, I am too young, and they are too old. Oh, man, can't you see I'm nervous, so please... Pretend to be nice, so I can be mean I miss the last bus, we take the next train, I try but you see, it's hard to explain.

what ever happened?

Imagem
Algumas vezes, movidos pela necessidade de conquistar e encorajados pelo desejo, a gente vai fundo. Engraçado, esse gosto de vitória quase sempre é mais gostoso do que qualquer outro. É sempre bom conseguir o que quer, sempre bom conquistar o que parecia tão impossível... Mas por quê então eu me sinto tão vazia? Não fiz nada que modificasse minha alma, na verdade eu a perdi. Não sinto nada, não há nada de diferente aqui em mim, só dúvidas. Só sensações esquisitas... Quantas, tantas, a maioria. Podia ser tão mais fácil, não é. Podia ser tão efêmero, não é. Podia não ser, é. Ao mesmo tempo que o desejo anseia o medo embrulha tudo, balança. Não há o que enxergar porque não da pra saber o que realmente é. É uma incapacidade de se ver com perfeição, definição. Toda a articulação e os articulados, tudo se mistura, difunde. Eu não sou e não quero, mas ao mesmo tempo quero tanto, sou tanto.. Eu não enxergo, eu não posso ver.
Imagem
Primavera, eu, meus 18 anos, nada de falar de você hoje.
Imagem
Eu tive a impressão, a leve impressão, de que quando você chegasse tudo ia se resolver. Era mais do que estar aqui, era SER comigo, aqui. Tudo que mais me afligia eu espantei porque você estava pra chegar e era óbvio: você não gosta de aflições. Te esperei, te espero, te tenho pra mim exatamente como você me tem e não sabe porque você não quer saber, você tem medo. E eu não te culpo e não reservo a você nada de ruim que eu possa sentir. Eu só sinto amor.

Querida Carlota

Eu sei, nem me venha com cobranças, eu sei que demorei pra te escrever. E na verdade eu só te escrevo hoje porque ontem senti uma falta inestimável de uma amiga e que, como o orgulho me impede de escrever para ela, vou escrever a você querida amiga, que tanto sabe como eu me sinto nessas horas. Tenho tantas obrigações, o que não me torna nem de longe uma pessoa mais importante, mas me sinto vazia de qualquer forma. Queria eu não ter essa capacidade de me apegar as pessoas, há tanto tempo apegada e nem esse orgulho do tamanho do Sol - que é ardido também e que não tem como passar por cima. Na verdade, não tem como passar por cima DE NOVO. Se eu pudesse descrever o quanto eu me sinto nostálgica, provavelmente não te escreveria. Você sabe, talvez mais do que eu, que a minha amizade e devoção eram inteiras e que eu faria qualquer coisa para manter assim. Não é suficiente, nunca é. Ser amiga de alguém precisa mais do que isso, precisa ser recíproco. Sinto saudade, Carlota. Sinto saudade de ...

Futilidades

Imagem
A Terceira temporada do Gossip começou, haha! Claro, quem sou eu pra falar alguma coisa sobre isso em termos de quem entende? Mas meu, as roupas continuam lindas, só o segundo episódio que me deixou meio irritada com as roupas da Blair, aliás, a Blair tá me deixando irritada. Acho que os diretores estão detonando demais com ela, sabe? Tá, ela é mimadinha, bobinha, mas tá demais já, tá perdendo a graça. Agora que ela tá na faculdade, e se fosse pra seguir o livro nem na NYU ela estaria, ela poderia mudar um pouco de postura, né? E ficar enfiando a Georgina em tudo quanto é canto é um porre também, sério. Georgina e Dan, que ridículo. E aquele Scott, irmão do Dan? Não sei qual é a dele também... Acho que se a série continuar infantil assim o público vai se cansar, todo mundo quer ver a Blair mais mulher e a Serena fazendo alguma coisa que presta - claro que aquele sorriso lindo e aquela risada da Blake valem pra "apagar" esses dois episódios que eu diria que foram "fraqui...